equipe1
Marcelo Soler

Encenador

Diretor, pedagogo do teatro e arte-educador, Mestre e Doutor em artes cênicas pela ECA/USP (ambas pesquisas em torno do que venha a ser o (s) Teatro(s) Documentário(s)). Graduado em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (laureado por excelência acadêmica) e em Comunicação Social pela Faculdade Cásper Líbero. Membro fundador da Cia. Teatro Documentário. É professor universitário no Departamento de Artes Cênicas (ECA/ USP) na área da pedagogia Teatral, na Faculdade Cásper Líbero,  na Fac. Paulista de Artes responsável pelas disciplinas Direção Teatral I e II (graduação), nas quais orienta todo semestre, desde 2004, diversos alunos em seus projetos de direção. Ainda nessa instituição, atua principalmente na formação de professores nos ursos de Licenciatura em Teatro, Dança e Artes Visuais em disciplinas como: Didática, Políticas Educacionais, Pedagogia da Arte e Metodologia de Ensino. É formador oficial dos professores da rede municipal de Educação Infantil da cidade de São Paulo e participou das discussões das orientações curriculares ao ensino de arte da secretária estadual da educação. Participou do INERTE (Instável Núcleo de Estudos de Recepção Teatral) coordenado pelo Prof. Dr. Flávio Desgranges da ECA/USP, grupo que estuda o papel do espectador dentro do fenômeno teatral. Nos últimos três anos dirigiu e escreveu as seguintes encenações: Esse vasto terço de nosso belo reino – documentário cênico sobre uma rua paulistana (Contemplado pela Décima nona edição da Lei de Fomento para a Cidade de São Paulo – Rua maria José no bairro da Bela Vista 2013 – 2014), Pretérito Imperfeito – documentário cênico (Contemplado pela Décima sexta edição da Lei de Fomento para a Cidade de São Paulo – Casa do Teatro Documentário 2011 – 2012); Consumindo 68 – teatro documentário (Mostra Rebeldes e Utópicos/SESC Consolação; Espaço Parlapatões em 2008 – trabalho desenvolvido por “um dos quatro grupos jovens” da cidade de São Paulo considerado pela Revista da Folha (Domingo, 31 de agosto de 2008) como “dignos de aplausos”.); Onishi não pode dançar (casa da D. Yayá/CPC-USP – 2008);De como Frank Sinatra me emociona ou O açougue (Sala Crisantempo; Espaço Pulsarte – 2007); Cor de rosa ou Por que é preciso estourar bexigas? (Teatro Irene Ravache e Teatro Júlia Bergman, 2006 e 2007). Com Onishi não pode dançar, a convite de Yoshito Ohno, apresentou a encenação no Japão no Kazuo Ohno Dance Studio, com o apoio do Ministério da Cultura. Lançou pela Editora Garçoni com o apoio da Secretaria Estadual da Cultura do Estado do Paraná Quanto vale um cineasta brasileiro?, livro/documentário sobre a vida e obra do cineasta Sérgio Bianchi; e, recentemente, publicou pela HUCITEC Editora em 2010 o livro Teatro Documentário: a pedagogia da não ficção. Já entre os artigos publicados destacam-se: A desconstrução de estereótipos e preconceitos em sala de aula a partir da prática teatral (Educere ET Educare/UNIOESTE), O espectador do teatro de não ficção (Sala Preta/ECA/USP) e Encenação: espaço possível para a aprendizagem do espectador (Revista Trama Interdisciplinar/ Universidade Mackenzie).

Endereço para acessar o CV na plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/8237619877466963